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Ozempic nova opção no tratamento do diabetes tipo 2


Manter os níveis de glicose no sangue, perder peso e reduzir o risco de infarto do miocárdio ou derrame. São desafios que afetam a vida de cerca de 18,5 milhões de brasileiros com diabetes tipo 2. De fato, a chegada da semaglutida ao mercado representa uma grande novidade terapêutica no tratamento do diabetes tipo 2.

A semaglutida foi desenvolvida pela empresa farmacêutica Novo Nordisk e comercializada sob o nome de Ozempic®. É um análogo de longa ação do peptídeo humano glucagon 1 (GLP-1), que deve controlar os níveis de açúcar no sangue relacionados à perda de peso.

Não há dúvida de que o principal atrativo desse medicamento para os pacientes está na forma de uso. Ao contrário do liraglutido (Saxenda e Victoza), este último pertence à mesma classe farmacológica de medicamentos e deve ser utilizado diariamente, enquanto o semaglutido pode ser utilizado por via subcutânea todas as semanas. Isso sem dúvida aumenta a adesão e a taxa de sucesso do tratamento do diabetes. 

Semaglutida, um análogo do hormônio GLP-1

O GLP-1 é um hormônio produzido pelo intestino que é liberado na presença de nutrientes (glicose) para ajudar no apetite e regular os níveis de glicose no sangue. Estudos têm demonstrado que no diabetes tipo 2, a secreção fisiológica de GLP-1 é reduzida, abrindo espaço para o desenvolvimento de hormônios sintéticos.

A semaglutida é um análogo do GLP-1, ou seja, sua estrutura química é muito semelhante aos hormônios naturais. Além de suprimir a fome, também pode retardar o esvaziamento do estômago e aumentar a saciedade. A semaglutida ajuda a melhorar os hábitos alimentares, reduz a preferência por alimentos ricos em gordura, controla o açúcar no sangue, melhora a liberação de insulina e tem outras vantagens na redução do risco de doenças cardiovasculares. Claro, eles são de grande importância para melhorar a qualidade de vida dos pacientes diabéticos.

De acordo com o estudo SUSTAIN, o Ozempic® foi aprovado pela ANVISA em agosto de 2018. O estudo SUSTAIN é um programa de desenvolvimento clínico global envolvendo mais de 12.000 pacientes com diabetes tipo 2. Para controle de açúcar no sangue, tem efeitos cardiovasculares e de perda de peso. Além disso, foi comprovado por pacientes como um medicamento seguro e bem tolerado.

Reações Adversas

Os efeitos mais frequentes são:


  • Sensação de má disposição (náuseas), entretanto, este sintoma normalmente desaparece com o tempo;
  • Diarreia, da mesma forma, este sintoma normalmente desaparece com o tempo.
  • Sentir-se maldisposto (vômitos);
  • Baixo nível de açúcar no sangue (hipoglicemia), no entanto, quando este medicamento é utilizado com outro medicamento antidiabético;
  • Indigestão;
  • Estômago inflamado, ou seja, gastrite. Os sintomas incluem, como por exemplo, dor de estômago, sensação de má disposição (náuseas) ou sentir-se maldisposto (vômitos);
  • Refluxo ou azia, em outras palavras, ‘refluxo gastroesofágico’ (RGE);
  • Dor de estômago;
  • Inchaço do estômago;
  • Prisão de ventre;
  • Arrotos;
  • Pedras na vesícula;
  • Tonturas;
  • Cansaço;
  • Perda de peso;
  • Perda de apetite;
  • Gases (flatulência);
  • Aumento de enzimas pancreáticas (como a lipase e a amilase)
  • Complicações da doença do olho provocada pela diabetes (retinopatia), entre outros
  • Sinais de alerta de baixo açúcar no sangue aparecerão em breve Estes podem incluir, por exemplo, suores frios, pele pálida e fria, dor de cabeça, batimento cardíaco acelerado, mal-estar (náuseas) ou sensação de muita fome, alterações na visão, sonolência ou fraqueza, nervosismo, ansiedade ou desorientação, dificuldade de concentração ou tremores.

Veja Mais:  FORXIGA Nova droga para tratamento do diabetes tipo 2

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Atenção! Não use medicação sem orientação médica. Somente um médico pode analisar os possíveis benefícios, possíveis efeitos colaterais e determinar o melhor plano de tratamento para cada paciente.


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